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Artesanato produzido por reeducandas foi apresentado e comercializado no Pentálogo VIII

 

O artesanato produzido no Sistema Prisional de Alagoas deu um toque especial ao VIII Pentálogo promovido pelo Centro Internacional de Semiótica e Comunicação (CISECO). Ao todo, 300 peças entre o tradicional filé, tabuleiro de jogos, porta joias e acessórios, entre outros produtos ficaram disponíveis durante a semana de evento. 

De acordo com a coordenadora de artesanato da Superintendência de Administração Penitenciária (Sap), Cilene Nascimento, a iniciativa faz parte da Política de Atenção a Mulheres Encarceradas desenvolvida pela Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris). "Dentro do sistema, nós estamos desenvolvendo algumas técnicas, como decupagem, marcenaria, filé, que é bem típico da cultura alagoana, onde conseguimos ocupar a mente das reeducandas. Elas participam da oficina de segunda a sexta. Normalmente, chegam sem saber nada e passam a produzir perfeitamente após absorver as técnicas", disse Cilene Nascimento. 

Um dos benefícios fornecidos para as mulheres que participam da oficina de artesanato, além dos já citados, é a carteira oficial de artesã disponibilizada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas (Sedetur/AL). "Ao sair do sistema, as reeducandas precisam caminhar com as próprias pernas. Muitas, inclusive, que já temos registros,  vivem do artesanato e participam até de exposições em diversos lugares do País", conta Cilene Nascimento.

Todo o trabalho é feito na Fábrica de Esperança da Seris, localizada no Sistema Prisional. A fábrica, além do artesanato, conforme aponta Nascimento, engloba tudo; desde corte e costura, passando por serigrafia artesanal e de móveis, capina e, por fim, chegando a horta. "Especificamente na oficina de artesanato, por mês, as artesãs produzem 300 peças. Por ano, mais de três mil peças", disse Cilene Nascimento. 

O material produzido na Fábrica de Esperança pode ser apreciado e adquirido todos os domingos na área fechada da praia da Ponta Verde, em Maceió, no projeto Vem ver a Banda Tocar. "Contamos com a parceria da Polícia Militar (PM) de Alagoas, que dispõe o espaço ao lado do projeto Vem Ver a Banda Tocar. Em Arapiraca temos um boxe fixo na Praça Ceci Cunha. Nesses locais existem todos os produtos produzidos pelas apenadas. E dispomos do site da seris e do instagram (@fabricadeesperancaseris)", ressaltou Cilene Nascimento. 

Para mais informações sobre os produtos, os interessados podem entrar em contato através do telefone (82) 3315.1090 e do e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Foto: Marco A. Tessarotto

 

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