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Publicação reúne artigos do Pentálogo VII

 

Coletânea de artigos das mesas da edição do Pentálogo VII está disponível com o título “A circulação discursiva entre produção e reconhecimento”. O livro é organizado por Paulo César Castro e publicado pela Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal). 

 

A obra pode ser adquirida pelo site da Edufal.

 

Confira o sumário do livro:

 

 

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO - Circulation turn: produção e reconhecimento em tempos de novas condições de acesso

Circular e morar
Muniz Sodré

La cultura mediática contemporánea: otro motor, otra combustión (segunda apropiacion de la Teoría de la Comunicación de Eliseo Verón: la dimensión espacial)
Mario Carlón

Circulação & circuitos: situações
José Luiz Braga

O devir nómada da escrita e da modernidade 
Adriano Duarte Rodrigues e Walter Romero Menon

Pesquisas empíricas sobre a circulação de discursos midiáticos
Suzanne de Cheveigné

Aproximaciones a la circulación discursiva a partir de Eliseo Verón
Oscar Traversa

As metamorfoses da circulação: dos fluxos às questões de reconhecimento
Jairo Ferreira

Estrategias para el acceso: los sitios de recomendación como espacios de tensiones en la circulación y mediatización del reconocimiento 
Gastón Cingolani

O vírus Zika e a circulação dos sentidos: entre limites e ressonâncias, apontamentos para uma pauta de pesquisa 
Inesita Soares de Araújo e Raquel Aguiar

Circulación de los sentidos estéticos contemporáneos
Armando Silva

Hacia un esquema de análisis de la construcción del valor en los mercados artísticos basado en el concepto veroniano de circulación
Sergio Ramos

La inherencia de la circulación discursiva en la constitución de la ciclicidad temporal de los intercambios económicos
Manuel Libenson

La Presse/La Mode/La Moda
Oscar Traversa

A circulação do impeachment: do artigo de fundo à página virada
Antônio Fausto Neto

Circulação e operações de sentido: violência sacrificial no impeachment de Dilma Rousseff
Pedro Russi

O impeachment tem gênero? circulação de imagens e textos sobre Dilma Rousseff na imprensa brasileira e britânica 
Laura Guimarães Corrêa

Os traços da política brasileira na literatura ambulante
Sandra Nunes Leite

Uma versão semiótica para o impeachment de Dilma Rousseff
Antonio Luiz Oliveira Heberlê

 

Confira, também, a apresentação:

Circulation turn: produção e reconhecimento em tempos de novas condições de acesso

Se os anos 1990 foram o período em que a recepção-consumo-reconhecimento dos discursos midiáticos passou ao centro das preocupações dos pesquisadores na América Latina, agora chegou a vez do problema da circulação discursiva. A circulation turn, se assim for possível nomear, é provocada em grande parte pelo fenômeno da internet (e, dentro dela, da web 2.0 e, mais recentemente, das redes sociais), cujas consequências mais imediatas são, como propôs Eliseo Verón, as novas e inéditas condições de acesso, principalmente dos atores individuais, aos discursos midiáticos. Verón, aliás, em seu empenho para construir uma teoria dos discursos sociais (ou uma teoria da discursividade), atestou a importância dessa questão para a qualidade e a pertinência da pesquisa latino-americana sobre os meios de comunicação nos próximos anos de modo bastante significativo: “Los procesos de la circulación son el nuevo gran campo de batalla, y esa guerra apenas ha comenzado” (VERÓN, 2013, p. 282).

Mas como pode ser conceituada a circulação discursiva? É a Verón que recorremos novamente. Se toda comunicação subtende mediação ou midiatização, como processos constitutivos da relação entre os campos da produção e do reconhecimento, há naturalmente entre os dois uma defasagem, de caráter estrutural, já que operam lógicas qualitativamente distintas, de acordo com as restrições discursivas de cada um. E esta defasagem – baseada nas condições de produção, de um lado, e nas condições de reconhecimento, do outro; ou na distância extremamente variável entre um polo e outro – aponta para a não linearidade da circulação de sentido, multiplicada pelos fenômenos midiáticos. Portanto, “es entre estos dos conjuntos de condiciones que circulan los discursos sociales” (VERÓN, 1993, p. 127).

Circulação é, para Verón, o nome da diferença entre a produção e o reconhecimento. E suas condições foram radicalmente transformadas, como já dito, a partir das atuais possibilidades de acesso à discursividade midiática implementadas pela rede mundial de computadores. Tal cenário requer uma atenção ainda maior dos pesquisadores às diferenças entre os processos realizados nos polos da produção (o que acontece “por trás da tela”) e do reconhecimento (“na frente da tela”) (VERÓN, 2013, p. 283-287). Verón lançou o desafio de discutir o problema da circulação – por ele estudada durante mais de quatro décadas – no âmbito do Centro Internacional de Semiótica e Comunicação (CISECO), da qual era presidente de honra, ainda em 2013. O debate acabou sendo adiado e só em 2016, dois anos depois da morte dele, foi retomada a questão. 

A realização do Pentálogo VII sob o título “A circulação discursiva: entre produção e reconhecimento” configura-se, ao mesmo tempo, como o direcionamento do olhar a uma temática cada vez mais urgente para os estudos comunicacionais e como uma homenagem do CISECO ao seu presidente de honra in memoriam. Vale recuperar aqui os objetivos que nortearam o esforço intelectual para preparar o evento. 

Avançar na elaboração das teorias e modelos dos processos de reconhecimento, isto é, da conceitualização que pode nos permitir construir uma teoria da circulação discursiva;

Analisar e discutir iniciativas destinadas a valorizar os estudos dos processos de reconhecimento dos discursos midiáticos na América Latina em geral e no Brasil em particular, identificando eventuais obstáculos tanto conceituais como institucionais, e a promover princípios de trabalho de campo que devem ser implementados para incentivar projetos de investigação que articulem simultaneamente os dois polos da circulação discursiva, a produção e o reconhecimento.

A esse trabalho de construção da proposta temática do Pentálogo se juntaram os colegas argentinos Gastón Cingolani (Universidad Nacional de Rosario) e Oscar Traversa (Instituto Universitario Nacional del Arte – IUNA), ambos atentos à importância da reflexão qualificada sobre a circulação. Para tanto, lançaram as seguintes interrogações: como descrever as transformações no seio da comunicação? como incorporar a incerteza como objeto e como dimensão a enfrentar? de que nos falam as novas tensões entre o discurso, o indivíduo, o global e o particular, o plural e a individualidade? em que medida se convertem em estratégias de produção de sentido, em políticas comunicacionais, em novas práticas de convivência? como se definem as condições de acesso? como elas têm impacto nas relações entre produção e reconhecimento?

Foi sob esse espírito questionador que o CISECO reuniu 21 pesquisadores, de 19 a 23 de setembro de 2016, na mesma pequena cidade litorânea de Japaratinga, em Alagoas, que recebe o evento há vários anos. Oriundos de cinco países – Brasil, Argentina, Colômbia, Portugal e França –, e associados a várias instituições acadêmicas, os conferencistas apresentaram na ocasião suas pesquisas sobre a circulação. A essa diligência se somaram também os participantes do V Colóquio Semiótica das Mídias, parte da programação do evento, durante o qual quase 100 trabalhos foram apresentados – de professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação. Agora, neste livro, reunimos o resultado daquela ampla e rica discussão do Pentálogo VII, e podemos afirmar que aqui o leitor encontrará o que de mais atual há sobre a circulation turn. 

No texto de abertura da obra, o professor emérito da UFRJ, Muniz Sodré, toma a nova ordem sociotécnica – fundada na velocidade circulatória dos processos sociais imersos em fluxos, conexões e redes – como condição para os aspectos discursivos da circulação. Baseado na oposição entre “morar” e “circular”, o autor considera que, na internet, não se reside, “circula-se ao sabor das promessas de um discurso inteiramente democrático, de um saber sem hierarquias, descentrado”. E associa ainda a mídia à ecologia – vista sob a perspectiva da economia de todas as relações dos organismos com o mundo externo –, vendo na circulação o conceito-chave para uma nova ecologia.

O reconhecimento das novas condições de circulação do sentido leva Mario Carlón ao esforço de desenvolvimento de um instrumental teórico-metodológico, a que chama também de dispositivo analítico (ou D. A.), cuja importância ele defende principalmente devido à possibilidade de gerar, a partir de diferentes espaços acadêmicos, estudos facilmente comparáveis. Mas ainda porque permitiria a acumulação de conhecimento sobre novos objetos de investigação em um contexto de profundas mudanças. Pesquisador do Instituto Gino Germani, da Universidade de Buenos Aires, onde dirige o projeto “Mediatizaciones de la política y el arte: entre los viejos y los nuevos medios”, Carlón acredita também que o D. A. possibilita, entre outros aspectos, estudar as relações entre os meios massivos e os novos meios. 

O professor titular do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCC) da Unisinos, José Luiz Braga, aborda os modos como “o campo dos media vai deixando de ser a referência única para as lógicas da midiatização”, numa transição em que “se entremeiam elementos de circulação mais tradicionais e elementos midiatizados”. Em sua empreitada heurística, Braga se propõe a mostrar a diversificação crescente dos modos de circulação comunicacional, que indica uma experimentação social de técnicas, de táticas e de procedimentos concretizadas por variados modos interacionais. Diante dessa multiplicidade, ele se preocupa em: “como organizar o estudo abrangente dos processos de circulação ou como situar os estudos específicos em um conjunto mais ou menos articulado”.

A abordagem de Adriano Duarte Rodrigues e Walter Romero Menon está baseada no que eles chamam de “modalidade discursiva de errância”. Ou seja, na observação de que, no momento em que os homens se fixam no território, a partir do Neolítico, são os discursos que passam a circular. Os dois pesquisadores – respectivamente da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – tomam a escrita como a técnica que possibilita a circulação dos discursos. Mas vão além ao afirmarem que a circulação, metaforizada ainda pela ideia de navegação, também tem a ver com o ideal enciclopedista do Iluminismo, cuja hipertextualidade pode ser atestada tanto na imprensa como na internet. A diferença, eles defendem, é que a característica arborescente da enciclopédia, demonstrada pelo modo como os colaboradores eram escolhidos, na internet é substituída pelo modelo rizomático e aleatório, em que “qualquer-um” constrói seu próprio percurso.

Suzanne de Cheveigné parte da obra de Eliseo Verón e de uma pesquisa realizada com ele no início dos anos 1990, sobre programas científicos apresentados na TV francesa, para tratar da circulação de discursos. Pesquisadora do Centre Norbert Elias, na França, ela defende que, assim como insistiu Verón, é preciso investir em pesquisas sobre o reconhecimento, “com uma abordagem interdisciplinar que não negligencie a análise semiótica – complemento indispensável da abordagem sociológica”, para entender a circulação discursiva. Oscar Traversa, assim como Cheveigné, também vai buscar em Verón os aportes para sua abordagem da circulação, que ele considera suposta no trânsito da trama semiótica que funda as gramáticas de produção e as de reconhecimento. “A circulação é o agente ativo da produção de diferenças, mas apenas manifesta nas consequências de seu trajeto como fenômeno”, indica o pesquisador argentino. Traversa se faz presente no livro ainda através do texto La Presse/La Mode/La Moda, e com ele também aborda o que chama de fenômenos particulares de trânsito discursivo que tomaram corpo na imprensa geral e em especial na “imprensa moderna”. Os três jornais – os dois primeiros surgidos em Paris e o outro em Buenos Aires, os três entre a segunda e terceira década do século XIX – são a manifestação de uma mudança que, segundo o pesquisador da Universidad Nacional de las Artes, caracterizará a circulação discursiva até os nosso dias.

A proposição de que a circulação agencia os fluxos informacionais – entre campos sociais organizados, os mercados simbólicos e a vida privada – os usos, as práticas e as apropriações dos meios é desenvolvida no artigo As metamorfoses da circulação: dos fluxos às questões de reconhecimento, de Jairo Ferreira. O pesquisador do PPGCC da Unisinos busca, assim, distinguir o seu conceito de circulação das visões sócio-construtivista e institucionalista. As redes – onde, defende Ferreira, a problemática do mútuo reconhecimento ganha novos contornos – são centrais para a compreensão do “trânsito dos processos midiáticos dos meios ditos analógicos para os digitais”. O artigo de Gastón Cingolani, a partir de projeto desenvolvido na Universidad Nacional de las Artes, em Buenos Aires, é baseado na hipótese de que a circulação nos meios massivos era opaca para os atores sociais e, por isso, eles apenas a supunham. Tal afirmação do pesquisador está relacionada a sua defesa de que os discursos produzidos por esses meios não conservavam e nem expunham em suas superfícies os rastros de suas condições de reconhecimento. Já na web não é apenas difícil evitar os rastros, já que estes traçam as superfícies fazendo-se visíveis para os usuários. E é tomando os vários Sistemas de Recomendação presentes em diferentes sites e aplicações que Cingolani se propõe a “ver com um contraste melhor algumas das características mais naturalizadas da era dos meios massivos”. 

Inesita Araújo e Raquel Aguiar têm no vírus da Zika o objeto para analisar dois processos circulatórios: a circulação viral e a circulação discursiva. Portanto, o vírus, responsável por impor um quadro de emergência em saúde no Brasil a partir de 2015, mais do que um fenômeno epidemiológico passou a ter a sua circulação tomada como agente de estudo comunicacional, apontando para a complexidade do processo de produção dos sentidos a seu respeito. A pesquisa, desenvolvida na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revelou quão crucial foi a circulação a partir da observação da inter-relação entre o modo de disseminação do vírus e o movimento dos sentidos.

A arte é o tema central dos trabalhos de Armando Silva, da Universidad Externado de Colombia, e de Sergio Ramos, do Instituto Universitario Nacional del Arte (IUNA). Silva se interessa pelos modos de circulação da obra de arte contemporânea, na qual é priorizado o contexto, diferentemente da arte moderna, que trabalha no nível das formas individuais. Baseado em Boris Groys, o pesquisador colombiano assume que uma imagem, na cultura contemporânea, circula – migrando – permanentemente de um meio a outro e de um contexto fechado a outro. Já Ramos assume como preocupação avaliar a especificidade da construção discursiva do valor nos mercados artísticos, que têm a circulação como ponto de partida. Para ele, o funcionamento da arte desde a modernidade, assim como qualquer outro discurso, evidencia uma fratura entre produção e reconhecimento e a circulação social das produções artísticas e culturais sempre é acompanhada de argumentações sobre o seu valor. Manuel Libenson elege a configuração do valor econômico, estruturado pela circulação discursiva, como centro do interesse de seu trabalho. O pesquisador do CONICET, da Universidade de Buenos Aires, o faz buscando assinalar as diferentes modalidades de organização da temporalidade do intercâmbio econômico. E, por fim, defende que a atribuição de valor não se encontra nem na produção nem no reconhecimento, mas na relação sempre defasada entre as duas instâncias.

Os demais artigos do livro têm em comum a análise dos processos de circulação presentes no impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Antonio Fausto Neto tem nos editoriais da Folha de S. Paulo, Zero Hora e O Globo o objeto de sua investigação sobre a circulação discursiva, que, pelas gramáticas específicas dos três jornais, apontou para uma “pragmática pró-impeachment”. Desse modo, o professor e pesquisador do PPGCC da Unisinos conclui que “os editoriais deixam de ser apenas o ‘artigo de fundo’” e passam a “uma atividade que os aproxima de modos de funcionamento do discurso político”. O processo oficialmente nominado de impeachment é tratado por Pedro Russi a partir da interdiscursividade, através da qual o processo de sentido foi encarnando a presidenta Dilma como bode expiatório, ou seja, como a vítima que, ao ser afastada do cargo, propiciou o “retorno à normalidade, à paz do paraíso”. Professor do PPG da Universidade de Brasília, Russi busca mostrar como se dá a circulação de sentido, através de dispositivos lógicos-religiosos, que constrói a estratégia dominante – branca, homofóbica, misógina, patriarcal, xenofóbica etc. – para a consecução do impedimento.

Em “O impeachment tem gênero? Circulação de imagens e textos sobre Dilma Rousseff na imprensa brasileira e britânica”, Laura Guimarães Corrêa aborda a intensa circulação de sentidos sobre a presidenta através dos discursos midiáticos (imagens e textos). E mostra como “muitos desses discursos são marcados pela questão de gênero”. A pesquisa da professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta como os diferentes discursos midiáticos fizeram circular sentidos que acionaram e reforçaram “preconceitos de gênero” e foram parte da argumentação a favor da destituição da presidenta. Entre as variadas tipologias discursivas que buscaram dar conta do processo de impeachment da primeira mulher a ocupar o cargo de presidenta do Brasil, Sandra Nunes escolheu o cordel. Na literatura ambulante que transforma os acontecimentos em “algo (pode-se dizer) fantasioso, divino, mítico ou como uma desconstrução do próprio real que se evidencia numa mistura de oralidade, escrita e imagem”, mais especificamente em três poemas, a professora da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) se propôs a identificar os “sinais de circulação engendrados pelos processos de midiatização”. 

Para compreender o processo de construção semiótica do impeachment, Antonio Heberlê se apóia no diagrama lógico da função, com base na tríade de Peirce – Signo (S), Objeto (O) e Interpretante (I).  O impedimento de Dilma Rousseff, na verdade, não foi apenas um, mas vários, pois se deu através da construção de “múltiplos interpretantes (que) emergem das forças simbólicas dos grupos de pressão que o instituíram como fato histórico”. O pesquisador da Embrapa mostra que, entre vários efeitos de sentido possíveis, o impeachment despontou como o processo que “acaba com o sofrimento do povo”, o que “rompe com a ordem democrática por pressão política” e o que, apropriado pelo campo jurídico, “aciona algo da sua ampla gama de possibilidades interpretativas para o mesmo fato”.

Diante de tantas possibilidades de leitura do fenômeno da circulação discursiva, é possível dizer que esta obra é apenas o começo. O tema é rico e divisor de novas empreitadas para os estudos dos meios de comunicação na América Latina, como já havia previsto Eliseo Verón, e, assim sendo, requer novas problematizações, novas pesquisas e novos eventos como o Pentálogo VII. Que este livro seja apenas o princípio de uma rede que, tendo-o como ponto de partida, faça circular intensamente os sentidos da circulação.

Referências
VERÓN, Eliseo. La semiosis social: fragmentos de uma teoría de la discursividad. Barcelona: Gedisa, 1993.
__________. La semiosis social, 2: ideas, momentos, interpretantes. Buenos Aires: Paidós, 2013.  

A obra pode ser adquirida pelo site da Edufal.

 

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