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:: Entrevistas

Novas interfaces de aprendizagem entre "ser cristão católico" e "ser LGBT"

Entrevista - Moisés Sbardelotto - Foto: Reprodução

PERGUNTA: Quais são as possíveis convergências entre o tema da sua conferência e a temática do Pentálogo X?

RESPOSTA: Minha contribuição aos debates do Pentálogo X está intitulada “Fronteiras e periferias dos saberes-fazeres religiosos em midiatização: o caso ‘Diversidade Católica’”. Vou buscar oferecer elementos de reflexão sobre o processo de midiatização da religião, particularmente no ambiente digital, em que as práticas sociais, a partir de lógicas midiáticas, complexificam o fenômeno religioso hoje. 

Um caso significativo disso é justamente o Diversidade Católica, que se apresenta em seu site como “um grupo de leigos católicos que procura conciliar a fé cristã e a diversidade sexual e de gênero, promovendo o diálogo e a reflexão, a oração e a partilha”. Nascido no Brasil em 2007 a partir de contatos online e hoje com presenças digitais em site, blog e Facebook, o grupo fornece a seus membros e seguidores subsídios teológicos e pastorais em rede acerca da interface entre “ser cristão católico” e “ser LGBT”. 

E aqui se encontra uma primeira convergência com a proposta do Pentálogo X, pois o caso Diversidade Católica, como afirma a proposta temática do evento, aponta para as “transformações ocasionadas pelas diferenças de acesso e de apropriação às tecnologias de comunicação e informação na sociedade atual”. Isto é, um grupo católico leigo – ou seja, às margens da hierarquia eclesiástica – e sem vinculação oficial com a Igreja-instituição, emerge socialmente graças a um processo de midiatização de suas práticas, constituindo uma ambiência sociotécnica que articula a Igreja e as redes, a partir de novas condições de produção, circulação e de apropriação de conhecimento religioso.

Por outro lado, as práticas midiatizadas do Diversidade Católica também transformam, dentro de seus limites, o próprio catolicismo brasileiro, a partir da promoção de um “diálogo e reflexão” sobre realidades antes silenciadas nesse âmbito religioso específico. Nesse “compartilhamento de saberes” sobre a fé cristã e a diversidade sexual e de gênero, a partir de atividades pedagógico-catequéticas alternativas, mediante a apropriação das potencialidades do ambiente digital, o Diversidade Católica possibilita novas aprendizagens a seus seguidores, para além daquelas consideradas como “canônicas” pela Igreja-instituição, promovendo modalidades complexificadas de significação e inteligibilidade do “sagrado” em rede. 

Um dos focos da minha conferência será o processo de organização e divulgação – grande parte em plataformas sociodigitais – do 1º Encontro Nacional de Católicos LGBT, evento organizado pelo Diversidade Católica em 2014, no Rio de Janeiro, reunindo católicos LGBT de todo o Brasil. Como resultado do encontro, foi articulada a Rede Nacional de Grupos Católicos LGBT, que assumiu como “sede” uma página oficial no Facebook. Esse fenômeno revela que os processos de aprendizado, de apropriação e de construção de conhecimento religioso, neste caso, “levam em conta a existência de novos e complexos circuitos interacionais entre instituições e os atores sociais”, como afirma a proposta temática do Pentálogo X. E também ensejam a autonomia dos interagentes, o que leva o fluxo de sentidos sobre o que é “ser católico” a níveis antes desconhecidos ou silenciados, indo muito além (ou ficando muito aquém) dos interesses eclesiásticos institucionais, expandindo suas fronteiras a partir da ação e mobilização comunicacional de suas “periferias”.

O caso Diversidade Católica permite perceber que, nas interações em redes comunicacionais, vão sendo construídos saberes-fazeres próprios e específicos sobre o catolicismo. Isso ocorre em circuitos de compartilhamento e construção de conhecimento religioso não mais centralizados na instituição eclesiástica, mas articulados a partir das ações comunicacionais de interagentes diversos, mediante experimentação e invenção religiosas. Com isso, a Igreja-instituição, entendida como “estrutura mediadora”, se defronta com o “esmaecimento de suas pedagogias”, como aponta a proposta temática do Pentálogo X. Na especificidade dessa interface com o fenômeno religioso, o caso Diversidade Católica explicita que “processos de aprendizados e de produção/circulação de conhecimentos resultam de novos contextos comunicacionais e vínculos de várias naturezas”, que se tecem nessa nova ambiência sociodigital.

 

P: A partir dos seus estudos sobre midiatização da religião, seria possível fazer alguns comentários mostrando como os atores que frequentam a rede social apreendem esta oferta religiosa via ambiência digital? Quais seriam as marcas dessas apropriações?

R: Haveria muitas marcas dessas apropriações, em níveis bastante diferenciados, mas sempre revelando que a midiatização da religião, especialmente em tempos de redes digitais, aponta para uma grande complexidade de compartilhamento de conhecimentos e de aprendizagens sobre o “sagrado”, de modo geral.

Atendo-me ainda ao caso “Diversidade Católica” em sua especificidade, é possível perceber que a midiatização digital da religião envolve, principalmente, um processo de autonomização comunicacional. Isso leva a novas configurações religiosas, em que sujeitos comuns “tomam a palavra” social e publicamente sobre o “religioso”, ressignificando os sentidos religiosos em geral. Isto é, a internet, de modo geral, pela sua atual facilidade de acesso e de uso, e pela expansão do alcance e da abrangência das interações sociais por ela possibilitada, dá o poder da “palavra pública” àqueles que historicamente não tinham acesso aos aparatos midiáticos e eclesiásticos tradicionais ou eram por eles silenciados.

Em suas diversas presenças online, o Diversidade Católica assume como propósito “fornecer subsídios teológicos e pastorais que ajudem a conciliar estas identidades”. Essa ação comunicacional do grupo surgiu também a partir de outros sites e experiências de comunicação, nos quais o grupo se informava sobre a multiplicidade de discursos dentro do universo católico. O grupo buscava compartilhar uma reflexão sobre uma catolicidade mais autônoma e menos heterônoma, por meio de saberes e conhecimentos contra-hegemônicos à moral e à doutrina católicas oficiais. O objetivo era possibilitar o acesso, por parte de seus leitores e seguidores, a discursos católicos sobre a homoafetividade não encontrados publicamente ou até invisibilizados.

Assim, aquilo que subsistia de modo latente e silenciado no interior da Igreja Católica encontra um “ponto de escape” no ambiente digital, uma “fresta comunicacional” no “armário eclesial”. Embora não tendo – e não querendo ter – a institucionalidade midiática nem eclesiástica em sua retaguarda, o grupo comunica no ambiente digital uma “palavra social” sobre a interface catolicismo/diversidade sexual que se torna ubíqua e retroage sobre a própria Igreja-instituição, que agora precisa se posicionar diante de fenômenos públicos como esse, pois sua doutrina, de certa forma, passa a estar em xeque. Tais saberes-fazeres sobre o catolicismo, contudo, ao serem produzidos reticularmente, vão muito além do papel e do alcance dos especialistas e das instituições religiosas tradicionais. 

Há, assim, uma nova forma de participação sociocomunicacional na construção do campo religioso, marcada pelo empoderamento e pelo compartilhamento de saberes entre “católicos leigos comuns”, que agora detêm um maior “poder midiático”. No site do Diversidade Católica, um sinal disso é a seção intitulada “Perguntas frequentes”, que revela um processo de compartilhamento de conhecimentos e de aprendizagens em circulação entre o grupo e seus seguidores. Já no Facebook, o campo de comentários da página do grupo se transforma em espaço de debate e até de tensão entre os diversos interagentes ao se trabalhar nessa complexa interface entre homoafetividade e religiosidade católica. Os interagentes, portanto, operam ações que vão além do “já dado” em termos sociais, tecnológicos e simbólicos sobre o catolicismo na interface com a diversidade sexual e de gênero, em processos de circulação comunicacional.

Ao se apropriarem de práticas e técnicas midiáticas, tais sujeitos, em suas interconexões, passam a reconstruir e a ressignificar publicamente o sentido do catolicismo, gerando novas modalidades de interpretação da doutrina católica a partir da construção colaborativa e tentativa de saberes-fazeres sobre o “religioso”. A midiatização digital da religião, portanto, traz à tona justamente as ações “microbianas” desses agentes, que não são historicamente novos, mas emergem social e eclesialmente graças à internet.

 

P: As apropriações apenas repetem o que a oferta religiosa-digital faz ou os atores em recepção fazem outras elaborações, o que ensejaria um modo de viver a religião no ambiente digital?

R: Trata-se de um processo muito mais complexo, que não se restringe apenas a uma “repetição”, nem mesmo a uma mera “repercussão” do que foi ofertado. Em redes comunicacionais, um conteúdo simbólico é construído publicamente por um interagente (1), recebido e reconhecido por outro interagente em conexão (2) e, potencialmente, reconstruído para outros interagentes mediante novas conexões, via compartilhamento (3). A página do Diversidade Católica no Facebook, por exemplo, ao postar algo, desencadeia ações outras por parte dos demais interagentes – “curtidas”, comentários, compartilhamentos, novas postagens etc. – que, por sua vez, poderão catalisar potenciais novas ações de outros interagentes ainda, e assim indeterminadamente.

Nesse contexto, todo gesto de “curtir”, comentar, compartilhar ou postar, potencialmente, é uma forma de introduzir a divergência, a dimensão polêmica, o debate crítico, a turbulência, a instabilidade, o desvio. No contexto católico, tais processos produtivos de sentidos não podem ser controlados pela instituição eclesiástica, por serem organizados e perpassados por lógicas midiáticas, em um contexto mais amplo de transformação do fenômeno religioso. Dessa forma, o próprio catolicismo vai sendo ressignificado a partir dos mais diversos pontos de vista da sociedade, que agora se publicizam e se visibilizam midiaticamente. Mediante as diversas reconexões, múltiplos interagentes encontram formas de reconstruir o catolicismo, sua doutrina e suas práticas, mediante experimentação religiosa, gerando tensões e desdobramentos. 

No ambiente digital, as pessoas podem (re)dizer e (re)fazer os discursos, os símbolos, as crenças e as práticas católicos, mediante imagens, textos, áudios, vídeos, graças às interfaces e aos protocolos das plataformas sociodigitais. É aquilo que chamamos de “reconexão”, isto é, a ação comunicacional de construção de sentido que (re)alimenta a circulação comunicacional em rede mediante a “conexão de conexões”. No fenômeno da midiatização digital da religião, portanto, para além da “oferta” midiática eclesiástica, a “oferta” ubíqua dos leigos-amadores se faz notar não apenas pelas suas maneiras de empregar o que já está “produzido” midiaticamente sobre a religião pela institucionalidade religiosa, mas também pelas suas produções próprias, que circulam em rede, vinculando de modo mais livre e autônomo a posição pessoal e a tradição católica instituída.

Experiências midiáticas como o Diversidade Católica, nesse sentido, manifestam uma busca de outros espaços públicos de debate, de construção de conhecimento e aprendizagem sobre o catolicismo, que, a seu ver, não são encontrados na instituição eclesiástica – para uma maior abertura da Igreja ao fenômeno social contemporâneo e a sujeitos sócio-históricos emergentes, como os homossexuais. Ocorre, assim, um deslizamento do conhecimento doutrinal sobre o catolicismo, que é investido de outras significações para além das significações “canônicas”. 

Assim, é possível dizer que, nas práticas religiosas em rede, a possibilidade de dizer o “religioso” publicamente, nos ambientes digitais, também é uma ação propriamente teológico-política. E é teológico-política em dois níveis: primeiro, por inscrever uma percepção socioindividual do “religioso” em um espaço midiático mais amplo e público do que a prática religiosa ou a reflexão teológica formais, envolvendo a sociedade em geral; e, segundo, por possibilitar a construção de práticas de aprendizagem e experiência da fé que podem não estar ainda plenamente estabelecidas nas relações entre sociedade e religião, nem são plenamente reconhecidas pela institucionalidade religiosa.

Em rede, gera-se uma “zona de confluência” de símbolos, crenças, práticas, interagentes, contextos os mais diversos em torno do “religioso”. Surge daí um processo de articulação e tensionamento entre o “já compartilhado” principalmente por parte da instituição religiosa (sua tradição, sua doutrina) e o trabalho de co-construção social do “ainda não compartilhado” sobre o “religioso” a partir das ações comunicacionais dos diversos interagentes. Nessas construções digitais, manifesta-se a emergência de uma nova gramática em que, a partir de “fragmentos” das religiões, constrói-se e reconstrói-se um “mosaico” midiático-religioso que faz explodir em todo o socius uma multiplicidade de racionalidades locais sobre o sacrus. Nessa polissemia religiosa, entre contradições e complementaridades, o interagente tem a possibilidade de alimentar e construir comunicacionalmente um conjunto de saberes religiosos próprios a partir de suas aprendizagens e bricolagens.

 

P: Que outros componentes aparecem nas práticas religiosas digitais e que apontam para as formas de aprendizado que fiéis digitais adquirem/desenvolvem?

R: Um primeiro aspecto a ser destacado, é que a “aprendizagem da fé” hoje, nas práticas religiosas digitais, se complexifica e se diversifica exponencialmente. Por um lado, os processos comunicacionais em rede possibilitados pela midiatização digital publicizam e visibilizam as mais diversas religiosidades socialmente. 

Por outro, também tornam um universo religioso específico, como o catolicismo, potencialmente acessível a qualquer pessoa, seja ela católica ou não, fiel ou não, religiosa ou não. Graças à ação social em redes digitais, os saberes-fazeres específicos desse campo religioso – ritos religiosos, textos sagrados, práticas litúrgicas, doutrinas canônicas –, antes restritos aos iniciados, passam a ser disponibilizados como informação pública, passam a ser “vulgarizados”, “secularizados” por e para qualquer pessoa, em uma ekklesia (assembleia) a céu aberto.

A midiatização digital da religião, além disso, possibilita não apenas a “libertação” de novas vozes e discursos sobre o “religioso”, mas também os coloca em conexão, facilitando sua articulação. Nesse sentido, catalisada por gestos de heresia comunicacional, a midiatização também fomenta uma “profanação”, no sentido dado por Agamben (2006). Isto é, aquilo que, antes, era reservado ao âmbito do “sagrado”, dos clérigos, dos iniciados, é restituído potencialmente ao uso e à propriedade de todos, e não mais a uma esfera eclesiástica separada, que “calava, silenciava, sufocava” as vozes minoritárias e dissonantes. “Profanando”, os processos midiáticos descentralizam, marginalizam, periferizam os símbolos, crenças e práticas religiosos, que passam a se afastar dos centros hierárquicos eclesiásticos e a estar ao alcance de praticamente toda a sociedade, explicitando ainda mais uma crise comunicacional entre os poderes centralizados, como o da Igreja, e as ações distribuídas em rede. 

No caso católico, a instituição eclesiástica reitera que a preservação da integridade do catolicismo – contra tais “profanações”, por exemplo – é uma tarefa dos clérigos, principalmente dos bispos, que “têm o direito e o dever de vigiar para que a fé ou os costumes dos fiéis não sofram dano com os escritos ou uso dos meios de comunicação social”, tendo o “direito de exigir que sejam submetidos ao seu juízo os escritos a publicar pelos fiéis, relativos à fé ou à moral; e ainda de reprovar os escritos nocivos à ortodoxia da fé ou aos bons costumes” (Código de Direito Canônico, 1983, cân. 823). Contudo, nas plataformas sociodigitais, no debate público sobre o “católico” entre os diversos interagentes em rede, são os responsáveis pelas páginas – clérigos também, mas principalmente leigos-amadores – que assumem um papel de “especialistas religiosos” na economia de sentido desses ambientes. Desse modo, a “mediação” social entre o “canonicamente certo” e o “canonicamente errado” passa por esses novos gatekeepers. São as próprias pessoas em geral que reconhecem as páginas católicas e seus administradores como possíveis especialistas competentes (ou incompetentes), não só em termos teológicos, mas principalmente comunicacionais. Já não basta apenas o saber teológico: o diferencial hoje está no saber-fazer comunicacional midiatizado.

Outro processo relevante de (re)construção do “católico” em rede é aquilo que chamamos de “heresia comunicacional”. Se os construtos sociais, na chamada “sociedade dos meios de massa”, dependiam quase exclusivamente daquilo que as corporações midiáticas traziam à tona socialmente como “destino” comunicacional, o cenário contemporâneo explicita que é necessário constantemente fazer “escolhas” (hairesis, no grego) entre aquilo que circula cada vez exponencialmente na “sociedade da massa de meios”, pois a midiatização potencializa a publicização e a pluralização de diversas abordagens canônicas e alternativas ao “religioso”. O acesso facilitado a uma enorme multiplicidade de construtos sociais sobre o “sagrado” (o produto produzido) e também a diversas possibilidades de construção de sentido (o processo produtor) exige escolhas, demanda decisões, favorecendo, precisamente, “heresias comunicacionais”.

A heresia comunicacional, portanto, envolve um poder comunicacional de decisão e escolha dos interagentes sobre a doutrina religiosa, que se constitui a partir da autonomia do sujeito em uma conjuntura específica de relações sociais em rede. De sua parte, a Igreja-instituição não domina o controle daquilo que circula em rede sobre o catolicismo, e a regulação institucional da aprendizagem social sobre a fé por meio de medidas como o imprimatur (a antiga autorização para imprimir livros) e o nihil osbstat (a indicação eclesiástica de que “nada obsta” em determinada obra) perde o seu sentido diante da complexidade do ambiente digital. Como nos disse Dom Paul Tighe, ex-secretário do ex-Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais do Vaticano, “a primeira coisa que eu posso dizer é que esse mundo [do controle e da regulação sobre os conteúdos católicos] não existe mais [...]. Talvez o que devêssemos fazer é educar as pessoas de forma que elas entendam o que soa certo no catolicismo e o que não soa certo”. A “aprendizagem da fé”, portanto, sofre alterações relevantes a partir das práticas sociocomunicacionais realizadas no ambiente digital. Explicita-se a descentralização eclesiástico-institucional em relação à catolicidade do próprio catolicismo e, ao mesmo tempo, a autonomização dos católicos, visto que cabe à própria pessoa reconhecer se os símbolos, crenças e práticas católicas em circulação em rede são “católicos” ou não. 

 

P: Quais os principais livros sobre mídia e religião produzidos pelo senhor acerca desse tema?

R: SBARDELOTTO, Moisés. E o Verbo se fez rede: religiosidades em reconstrução no ambiente digital. São Paulo: Paulinas, 2017.

GOMES, Pedro Gilberto; FAUSTO NETO, Antonio; SBARDELOTTO, Moisés; SOUSA, Thamires Magalhães (orgs.). Mídias e religiões: a comunicação e a fé em sociedades em midiatização. 2. ed. São Leopoldo: Unisinos; Casa Leiria, 2013.

SBARDELOTTO, Moisés. E o Verbo se fez bit: a comunicação e a experiência religiosas na internet. Aparecida: Editora Santuário, 2012.

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